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Eu adoro o que eu digo! É impressionante como me encanto com o que eu mesmo falo, é impressionante como eu me entendo com o que eu mesmo explico.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Somos em somos?

As nossas mãos ninguém conheceuE de hipocrisia a nossa boca se encheuNão encontrei um evangelho que transformaouvir falar de um que a todos se moldaAté quando ficaremos assim?Declaramos que somos livresentretanto essa liberdade tem fimAntes fossêmos reféns de DeusE não acorrentados por conceitos humanosDe aparência é o nosso caminharMas nem ao nosso irmão conseguimos amarComo terei esperança para minha própria vida?Então trarei a lembrançaO que me esqueci de vivera Graça...Misericórdia...e o Verdadeiro Amor.........JESUS......

Autor: Heloisa

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

"veja" que não vê o que deveria ver!

Ana Paula e veja que não vê o que deveria ver!

Agora entendo porque quando queriam programar Jesus rei ele fugiu, mesmo sendo rei não quis popularizar esse aspecto que era um oficio a ele concedido por Deus, ele sabia que não precisaria prestar esclarecimentos ou satisfação pois sabia que o povo todo nunca ficaria satisfeito, como fez a Pilatos simplesmente diz se tu o diz.
Será mesmo que os meios de comunicação “seculares” sendo sujo como são seria capaz de transmitir boa coisa ao povo ( exemplo reportagem sobre o “crescimento” dos evangélicos Veja , Raul Gil???)??? De uma fonte pode jorrar coisa boa e ruim???.
Tiago 3-11Porventura deita alguma fonte de um mesmo manancial água doce e água amargosa?
Se esse grupo me da a liberdade de expressar minhas duvidas esta aqui a minha.

A veja não fala de pessoas como Carlos Queiroz, Manfred Grellert, George Foster, Joãozinho, Ed René, Ariovaldo Ramos, o finado Tio Cássio, Badú, Guilhermino, e vários outros — os quais não se venderam e nem usam para o “bem”o “deus” Marketing, à deusa Fama,. E o pior é que muitos pensam estar pensando que “Veja” os legitima. Sim, porque essa é a legitimação social que buscam. Isto é: “Veja” não viu! Mas e “Veja” vê? Que eu saiba, quando se trata de fé, “Veja” é cega; completamente cega;
Lamento de todo o coração que pessoas veja a vida como “Veja” a vê!
Lamento que as visões seja tão mundana e marketeira acerca da existência!
Lamento que, para muitos, ‘crescer’ seja ser objeto da mídia!
Não sou “Veja”, mas enxergo; não sou “Época”, mas vivo Naquele que não é de “Época”, mas Senhor de todas as Eras.
Vejo o que você e “Veja” não viram e nem verão; pois, quem diz amém para “Veja”, como “Veja” ficará; ou seja: cego!
“Eles se tornam semelhantes aos seus ídolos!”
“Filhinhos! Fugi dos ídolos!”
Fonte. Sites e minhas duvidas

domingo, 9 de novembro de 2008

Brasileiro.

"Pois é. O Brasil tem milhões de brasileiros que gastam sua energia distribuindo ressentimentos passivos. Olham o escândalo na televisão e exclamam 'que horror'. Sabem do roubo do político e falam 'que vergonha'. Vêem a fila de aposentados ao sol e comentam 'que absurdo'. Assistem a uma quase pornografia no programa dominical de televisão e dizem 'que baixaria'. Assustam-se com os ataques dos criminosos e choram 'que medo'. E pronto! Pois acho que precisamos de uma transição 'neste país'.Do ressentimento passivo à participação ativa'. Pois recentemente estive em Porto Alegre, onde pude apreciar atitudes com as quais não estou acostumado, paulista/paulistano que sou. Um regionalismo que simplesmente não existe na São Paulo que, sendo de todos, não é de ninguém. No Rio Grande do Sul, palestrando num evento do Sindirádio, uma surpresa. Abriram com o Hino Nacional. Todos em pé, cantando. Em seguida, o apresentador anunciou o Hino do Estado do Rio Grande do Sul. Fiquei curioso. Como seria o hino? Começa a tocar e, para minha surpresa, todo mundo cantando a letra! 'Como a aurora precursora / do farol da divindade, / foi o vinte de setembro / o precursor da liberdade '. Em seguida um casal, sentado do meu lado, prepara um chimarrão.Com garrafa de água quente e tudo. E oferece aos que estão em volta. Durante o evento, a cuia passa de mão em mão, até para mim eles oferecem. E eu fico pasmo. Todos colocando a boca na bomba, mesmo pessoas que não se conhecem. Aquilo cria um espírito de comunidade ao qual eu, paulista, não estou acostumado. Desde que saí de Bauru, nos anos setenta, não sei mais o que é 'comunidade'. Fiquei imaginando quem é que sabe cantar o hino de São Paulo. Aliás, você sabia que São Paulo tem hino? Pois é... Foi então que me deu um estalo.Sabe como é que os ressentimentos passivos' se transformarão em participação ativa? De onde virá o grito de 'basta' contra os escândalos, a corrupção e o deboche que tomaram conta do Brasil? De São Paulo é que não será. Esse grito exige consciência coletiva, algo que há muito não existe em São Paulo. Os paulistas perderam a apacidade de mobilização. Não têm mais interesse por sair às ruas contra a corrupção. São Paulo é um grande campo de refugiados, sem personalidade, sem cultura própria, sem 'liga'. Cada um por si e o todo que se dane. E isso é até compreensível numa cidade com 12 milhões de habitantes. Penso que o grito - se vier - só poderá partir das comunidades que ainda têm essa 'liga'. A mesma que eu vi em Porto Alegre. Algo me diz que mais uma vez os gaúchos é que levantarão a bandeira. Que buscarão em suas raízes a indignação que não se encontra mais em São Paulo. Que venham, pois. Com orgulho me juntarei a eles.De minha parte, eu acrescentaria, ainda: '...Sirvam nossas façanhas, de modelo a toda terra...'"Arnaldo Jabour

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

profeta= quem vive a ação profetica

O profeta é alguém que mantém acesa em seu coração a chama da indignação diante da realidade e dos clamores que dela emergem e que contradizem a vontade divina.
Torna-se, pela sua presença e pela sua palavra, uma voz que anuncia, denuncia e conclama as pessoas a fazerem uma opção clara por Deus. O profeta é alguém que se transforma em uma palavra de Deus em circunstâncias concretas da vida.
Porta uma palavra que pode ser suave, mas também pode soar violenta, capaz de suscitar interpelações profundas no coração dos interlocutores. A palavra divina é como uma chama que arde no coração do profeta; muitas vezes incômoda para si e provocadora para quantos o escutam. O profeta é também aquele que é capaz de anunciar a esperança contra toda a desesperança. Semear a esperança é ato de fidelidade e confiança na palavra do profeta. Por mais árido e estéril que possa nos parecer, esse espaço d’alma, mais cedo ou mais tarde, revelará toda sua fertilidade, fazendo germinar e desabrochar o semeado pela palavra Dele.

Missão Integral e Ação Profética: Desafios a uma fé engajada na igreja

Vivemos em uma sociedade pós-industrial, pós-histórica, pós-moderna, consumista e globalizada, onde quase não há mais agenda para a luta pelos interesses coletivos. Pelo contrário, se exalta cada vez mais a primazia dos interesses privados: do indivíduo, de sua tribo, de seu gueto, de sua confraria. A palavra de ordem da sociedade de consumo é “conforto”, e o grito de guerra é a nova música do Jota Quest: e se quiser saber pra onde eu vou, pra onde tenha sol, é pra lá que eu vou . 2O conforto é uma das grandes ambições do ser humano, um verdadeiro lema de vida. Caminhamos em busca de uma espécie de “paraíso perdido”, como se Adão e Eva tivessem se arrependido de conhecer o “lado sombrio” da existência – tendo, porém, de se contentar em trabalhar pra sobreviver às custas de seu próprio suor, em saber que todo prazer relativo a esta vida é efêmero e que nada mais será como no “passado”, quando predominavam a inocência e a despretensiosidade.

Ação profetica

O cantor evangélico João Alexandre, quando afirma em uma de suas músicas que: “Enquanto se canta e se dança de olhos fechados, tem gente morrendo de fome por todos os lados. O Deus que se canta nem sempre é o Deus que se vive não, pois Deus se revela, se envolve, resolve e revive”. Precisamos conhecer melhor o Deus a quem dirigimos tantos sacrifícios de louvor e adoração. Adoração é muito mais do que isso que se tem ensinado nos cultos (e agora até em escolas próprias pra isso). Por que? Porque a adoração inclui o cumprimento da missão; tem muito mais a ver com o ser de Deus e sua natureza operando em nós pelo Espírito, que com nosso desejo, sincero ou abominável de barganhar com ele e de tentar agradá-lo. Todos os “agrados” e “mimos” que Deus poderia receber já foram dedicados por Jesus na cruz. Está consumado! Todo louvor, glória e adoração, daí pra frente, devem ser produto da graça em e por meio de nós. Do contrário, lembrando das palavras de Jesus, nossa justiça em nada excede à justiça dos escribas e fariseus.
Deus não precisa de sacrifícios! Ele disse: “Misericórdia quero, não sacrifício, o conhecimento de Deus mais do que os holocaustos” (Os 6.6). Ele não entra no jogo sórdido das barganhas humanas. Ele quer menos ortodoxia (doutrina certa) e mais ortopraxia (prática certa), na verdade, uma tem que ser resultado da outra; menos consciência de um compromisso, e mais encarnação desse compromisso: com a justiça, a paz, a liberdade, envolvendo-se, engajando-se. Se cantar o amor de Deus é bom, melhor é viver. Que ele nos encha de discernimento e coragem!

ação profetica

Enquanto se canta e se dança de olhos fechados, tem gente morrendo de fome por todos os lados.