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domingo, 29 de abril de 2012

Amor não faz mal e sexo não cura carência da existência.

  

A carência é nossa inimiga número um. Você já parou para pensar nas besteiras que faz por carência? 


Há uma mentira preponderante, pulsante constantemente em nossos dias, a ideia que amor faz mal e que poder, sexo e dinheiro( consumo) é tudo de bom e essencial para a felicidade de qualquer ser. Isso a cada dia mais tem formado um buracos negros nas almas das pessoas, deixando-as  estressadas, angustiadas e tão sínicas que fingem uma alegria celestial.

Quando você por medo, covardia, trauma, carência ou sacanagem mesmo, assume uma postura de se relacionar sem amor por uma pessoa que está se relacionando com o fim de construir um vinculo de amor, inicia aí um uso do outro e um auto-engano.

Esses auto-enganos normalmente são prazerosos do tipo que a gente elege esses prazeres sem pensar nos malefícios deles, que via de regra, são muito maiores que os benefícios, gerando na gente mais carência e quanto mais carência, mais busca por auto-engano, mais busca por ilusão por qualquer tipo de droga, que de prazer rápido e sem um suposto comprometimento.

A verdade é, que vivendo assim a gente tem se comprometido e muito, muito mais que se fosse com a intenção de amar alguém, temos se comprometido a um ciclo vicioso que eu chamo de "água salgada do deserto", quanto mais você toma para matar a cede, mais sede você tem e esse processo vai longe até que a alma o coração de tanto sal se torne seco e insensível deixando a gente sem amor próprio.   

Cada dia mais eu vejo gente sem esperança para se relacionar, para amar como se amar fosse um risco, fosse lançar nosso coração à sorte de outro, caso seja assim, isso não é amor, é sentimento de egoísta e carência querendo fazer do outro apenas meio para felicidade. A gente deve amar gente, não amar o vinculo com a pessoa,pois pessoa deve ter mais valor que qualquer vinculo.

É bom saber se a carência já se tornou vicio psicológico, fazendo a gente deixar de ser quem é, para se submeter ao objeto de nossa neurose de desejo, mesmo que a pessoa não saiba, boa parte do que ela diz ser, ela não é ainda; mas apenas o seu vício de ser; vicio esse definido pelas escolhas que julgamos ser nossas, pois, não são,mas que são provocadas e alimentadas pela nossa insegurança essencial(carência), de tal forma que muito daquilo que escolhemos é justamente aquilo que odiamos.

 A falta do amor tem levado a gente a  canalizar as energias no sexo esperando dele o prazer existencial para a vida, ora, até para ter plenitude de prazer sexual tem que ter mais do que um corpo de macho ou fêmea em atrito sexual sobre a pele. Gozo é privilegio do amor e da confiança... não do sexo.
A maioria das mulheres que conheço que ‘dão muito por aí..., não sabem até hoje o que é prazer.

Confundem a biologia animal do prazer com a plenitude dele... que só vem do amor.

Prazer sem amor existe... mas não é profundo e nem realiza o ser.

Sexo sem amor enjoa como qualquer outra coisa...
O que faz do sexo algo sempre novo é o amor...                                                                         
Sem falar que ninguém atinge o verdadeiro êxtase sexual sem amor.

Quando a gente ama mantém o outro livre para ficar ou ir , livre para amar e amar o quanto quiser e quando for , parte com a gente amando , sim sempre amando de formas diferentes, mas sempre amando, se assim não for continuara sendo mentiras e ilusão , ai fica quase todo mundo fingindo que esta bem , que estão felizes e os solteiros desesperados por uma mentirinha para satisfazer o coração.

Eu creio que a “solução” é andar com o coração aberto para amar de verdade, a integrar mais gente em amor, mesmo quando a gente não obtiver "lucro" com isso, melhor a verdade sem lucro que a mentira com sério prejuízo.