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Eu adoro o que eu digo! É impressionante como me encanto com o que eu mesmo falo, é impressionante como eu me entendo com o que eu mesmo explico.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Ação profetica

O cantor evangélico João Alexandre, quando afirma em uma de suas músicas que: “Enquanto se canta e se dança de olhos fechados, tem gente morrendo de fome por todos os lados. O Deus que se canta nem sempre é o Deus que se vive não, pois Deus se revela, se envolve, resolve e revive”. Precisamos conhecer melhor o Deus a quem dirigimos tantos sacrifícios de louvor e adoração. Adoração é muito mais do que isso que se tem ensinado nos cultos (e agora até em escolas próprias pra isso). Por que? Porque a adoração inclui o cumprimento da missão; tem muito mais a ver com o ser de Deus e sua natureza operando em nós pelo Espírito, que com nosso desejo, sincero ou abominável de barganhar com ele e de tentar agradá-lo. Todos os “agrados” e “mimos” que Deus poderia receber já foram dedicados por Jesus na cruz. Está consumado! Todo louvor, glória e adoração, daí pra frente, devem ser produto da graça em e por meio de nós. Do contrário, lembrando das palavras de Jesus, nossa justiça em nada excede à justiça dos escribas e fariseus.
Deus não precisa de sacrifícios! Ele disse: “Misericórdia quero, não sacrifício, o conhecimento de Deus mais do que os holocaustos” (Os 6.6). Ele não entra no jogo sórdido das barganhas humanas. Ele quer menos ortodoxia (doutrina certa) e mais ortopraxia (prática certa), na verdade, uma tem que ser resultado da outra; menos consciência de um compromisso, e mais encarnação desse compromisso: com a justiça, a paz, a liberdade, envolvendo-se, engajando-se. Se cantar o amor de Deus é bom, melhor é viver. Que ele nos encha de discernimento e coragem!

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